terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

20 Dúvidas sobre amamentação

Depois de longos nove meses de espera, o bebê chegou. Juntamente com ele, nasce uma porção de questionamentos sobre o principal cuidado com o pequeno nessa fase: a alimentação. Para esclarecer todos eles, reunimos um time de experts em aleitamento materno. Leia nosso dossiê e seja você também uma especialista no assunto:

1. Qual a dieta mais recomendada durante a amamentação?
Não existe um cardápio pré-determinado. O ideal é que a mãe se alimente da maneira mais saudável possível, dedicando especial atenção aos líquidos. "A mulher costuma sentir muita sede nessa fase porque a água é matéria-prima para a fabricação do leite", explica o pediatra Luciano Borges, vice-presidente do Departamento de Aleitamento Materno da Sociedade Brasileira de Pediatria.

Outra dica é fazer várias refeições balanceadas ao longo do dia. "O bebê rouba os nutrientesda mãe e, por isso, o organismo dela deve estar o mais equilibrado possível", informa o nutrólogo e pediatra Ary Lopes Cardoso, do Instituto da Criança, do Hospital das Clínicas deSão Paulo. Os especialistas concordam: comer cinco ou seis vezes ao dia e investir em frutas e fibras, além de não abusar dos doces, é um ótimo caminho.

2. Existem restrições alimentares? O que não devo comer?
A princípio, não há alimento proibido para a nutriz - nome dado à mãe que amamenta. Se houver alguma reação negativa do bebê em aleitamento materno exclusivo, aí, sim, pode-se suspeitar de sensibilidade ou alergia alimentar a alguma substância que a mulher tenha ingerido.

Segundo Ary Lopes, os campeões nesse processo são: leite de vaca, castanhas (como o amendoim), frutos do mar e carne de porco. Antes de pensar em eliminar os itens do cardápio, é preciso que o médico constate a ligação entre eles e as cólicas do bebê.

O álcool deve ser evitado. A substância pode dificultar a absorção de nutrientes pela mãe, além de ser absorvido pela criança através do leite materno. Já fontes de cafeína precisam ser consumidas com moderação. "O recomendado são até duas xícaras de café por dia", orienta o nutrólogo Celso Cukier, do Instituto de Metabolismo e Nutrição, em São Paulo. Segundo o médico, não se sabe se a substância é prejudicial aos pequenos. Por isso, o melhor é não abusar.

3. Posso fazer regime durante a amamentação para diminuir as medidas?
Cortar calorias é perigoso, já que o organismo precisa de muita energia para produzir o leite materno. "Dietas rigorosas nessa fase podem implicar em perda de massa magra, ou seja, músculos e energia", explica o nutrólogo Ary Lopes. Para alimentar o seu bebê, estima-se que as mulheres precisam de 20% a mais de calorias do que as necessárias em outra fase da vida. Isso significa o total médio de 2,4 mil calorias diárias. Portanto, não se preocupe: invista em uma alimentação saudável e o ato de amamentar fará você voltar ao seu peso normal gradualmente.

4. Não estou voltando ao meu peso. Como emagrecer?
Basta aliar a dieta saudável aos exercícios físicos. Entre 30 a 40 dias depois do nascimento do bebê, você pode começar a caminhar cerca de uma hora e meia por dia. Mas mantenha seu médico informado sobre as atividades que pratica. "Depois de três meses, a mãe já está liberada para fazer esportes normalmente. Se for atleta, pode voltar aos treinos. Caso esteja iniciando, é melhor optar por atividades aeróbicas, como a caminhada", explica Ary Lopes. O especialista enfatiza que o gasto calórico durante a amamentação é bem alto, daí a necessidade de se alimentar corretamente.

5. Adoçantes e outros alimentos light e diet estão liberados?
Não existe consenso sobre os malefícios desses produtos para a saúde da criança. Porém, como diversas pesquisas apontam nessa direção, a recomendação dos médicos é fazer um uso leve ou moderado das substâncias. "Elas não são saudáveis. O melhor é usar açúcar mesmo, mas em menor quantidade", aconselha o pediatra Luciano Borges. O nutrólogo Celso Cukier lembra que 1 grama de açúcar tem apenas 4 calorias.

Se mesmo assim a mãe quiser fazer uso de adoçantes, o ideal é que não passe de dois envelopes por dia (ou duas colheres de café, se for pó, ou dez gotas, se for adoçante líquido). Os produtos light e diet também não devem ser consumidos à vontade. "Como são utilizadas moléculas químicas para produzir o sabor adocicado, podem não fazer bem para o organismo", explica Celso. Ary Lopes resume a orientação: "Durante o aleitamento, não é hora de contar calorias, e sim selecionar melhor os alimentos".

6. E os remédios? Devo manter as mesmas restrições da gravidez?
Durante a amamentação, vários medicamentos estão liberados. Para ter certeza do que você pode ou não pode tomar, é essencial consultar o médico. No pós-parto, assim como em qualquer fase de vida, a automedicação nunca deve ser praticada.

7. Posso tomar pílula anticoncepcional?
Apenas as que não contêm estrógeno em sua composição. "Acredita-se que esse hormônio feminino possa chegar ao bebê pelo leite, o que causaria o desequilíbrio hormonal na criança", explica o obstetra e ginecologista Luiz Fernando Leite, do Complexo Santa Joana/Pro Matre, em São Paulo. Para as mulheres que amamentam, o médico recomenda pílulas de progesterona, anticoncepcionais injetáveis, subcutâneos ou DIU. "Esse último só pode ser colocado 50 ou 60 dias após o parto", esclarece Leite.

8. É possível engravidar durante a fase de amamentação?
Sim. Por isso a importância de utilizar algum método anticoncepcional caso outro bebê não esteja nos planos do casal tão a curto prazo. "A prolactina, o hormônio responsável pela produção de leite no organismo feminino, inibe a gravidez, mas não se sabe até que ponto", explica o obstetra Luiz Fernando Leite. Segundo o médico, é importante dar início ao uso de algum contraceptivo cerca de 30 ou 40 dias após o nascimento do bebê.

9. Por quanto tempo deve-se amamentar a criança?
A Organização Mundial da Saúde e o Ministério da Saúde recomendam a amamentação exclusiva por seis meses. O pediatra Luciano Borges ressalta que mesmo as mães que voltam ao trabalho antes desse tempo podem continuar alimentando o bebê só com o leite do peito. "É possível ordenhar o leite e, durante o período em que a mulher estiver fora, pedir para alguém dar o líquido à criança utilizando um copo específico para esse fim", diz. O especialista alerta para que se mantenha o pequeno longe de mamadeiras - mais fácil para o bebê sugar, ela tende a desestimular a amamentação direta no peito.

Após os seis meses, o Ministério da Saúde recomenda que o leite materno continue sendo oferecido em parceria com a alimentação complementar. Isso pode se estender até os 2 anos de idade ou mais. Borges ressalta ainda que a introdução de novos alimentos provoca a diminuição gradual no número de mamadas ao longo do dia. Assim, naturalmente, acontece o desmame.

10. Meu bebê só quer o peito, embora já esteja na idade de comer outros alimentos. O que faço?
Essa situação é bastante comum. "Uma boa tática é passar para o pai ou outra pessoa próxima a função de alimentar a criança, pois ela tende a associar a mãe com a amamentação, recusando outro alimento", explica o pediatra Luciano Borges. Insista até o bebê aprender a comer. Para isso, vale conversar com a criança e estipular horários de mamar e horários de comer a papinha, a sopa... "É uma estratégia eficiente, inclusive, para educar e estabelecer limites à criança", explica a consultora de amamentação Lívia Teixeira, do Consultório de Aleitamento Materno, em Salvador.

11. Prótese de silicone nos seios atrapalha o aleitamento?
Em geral, as próteses não interferem nesse processo porque são colocadas abaixo da glândula mamária ou atrás do músculo peitoral. Nessa posição, não influenciam a produção de leite.Para Luciano Borges, no entanto, quando a quantidade de silicone é muito grande e desproporcional ao peito, é possível, sim, haver problemas. O especialista Ary Lopes concorda: "Por causa da cirurgia, a anatomia e a pressão dos dutos que irrigam as mamas podem ser alteradas", explica. Algo semelhante pode acontecer nas cirurgias redutoras de seios. "Se o tecido mamário for lesionado, a produção de leite sofrerá as consequências", afirma Luciano Borges.

12. Como fazer o bebê arrotar? Existe algum problema se isso não acontecer?
Após a mamada, a mãe deve segurar a criança no colo e deixar o corpo dela o mais em pé possível, com a cabecinha apoiada no ombro, por cerca de dez minutos. "Vale dar os clássicos tapinhas nas costas para agilizar o processo", recomenda Ary Lopes. O arroto é provocado pela ingestão de ar durante a sucção feita pelo bebê. Assim, se ele pegar o peito de maneira correta e mamar bem, é possível que não arrote. "Isso não deve ser motivo de preocupação para os pais", acalma o vice-presidente do Departamento de Aleitamento Materno da Sociedade Brasileira de Pediatria, Luciano Borges.

13. Quanto tempo deve durar cada mamada? Qual o intervalo ideal entre elas?
Varia muito de criança para criança, pois cada uma tem o seu jeito próprio de se alimentar. Ary Lopes estima que cerca de dez minutos em cada peito são mais do que suficientes - mas nos primeiros dias, quando o hábito começa a ser estabelecido, o tempo pode ser bem maior.

Vale explicar ainda que a duração da mamada não tem a ver com a quantidade de leite ingerido, já que a eficiência da sucção também é variável. Segundo Luciano Borges, do Departamento de Aleitamento Materno da Sociedade Brasileira de Pediatria, o importante é prestar atenção no intervalo entre as mamadas. Ele costuma ser de duas a quatro horas. "Se passar disso, é preocupante. Informe o médico", diz.

14. É aconselhável acordar o bebê para mamar durante a madrugada?
Se você faz parte do time das sortudas que, em vez de ter o sono interrompido pelo pequeno, estão em dúvida se devem ou não despertá-lo para dar leite no meio da noite, os médicos recomendam que se fique tranquila. "Quando o bebê está bem e ganhando peso normalmente, não há a necessidade de acordá-lo", explica Luciano Borges. Ary Lopes concorda.

15. Como saber se a criança mamou o suficiente?
A única maneira de ter certeza é verificar o ganho de peso nas consultas pediátricas. "Para ter uma ideia se o pequeno está satisfeito, preste atenção nas pistas dadas por ele: logo após mamar, deve estar bem relaxado e tranquilo. Além disso, a quantidade de xixi feita ao longo do dia deve ser suficiente para seis fraldas", explica a consultora em amamentação Lívia Teixeira, do Consultório de Aleitamento Materno, de Salvador.

16. O que posso comer ou fazer para aumentar a quantidade de leite?
Não existe um alimento que cumpra essa função. O maior estímulo para a produção de leite é a própria sucção do bebê. Além disso, você deve ingerir bastante água - uma matéria-prima essencial a esse processo. "É importante esvaziar o peito para que a produção não pare. Então, se o bebê não mamar todo o leite disponível, ordenhe as mamas até ficarem vazias", alerta Lívia Teixeira.

17. Como esvazio as mamas?
Coloque o dedo indicador e o polegar na linha da auréola e empurre a mama em direção ao tórax, fazendo um movimento como se quisesse aproximar os dois dedos. "Desse jeito, pressionam-se os dutos e o leite sai", explica Lívia Teixeira. Existem acessórios que também fazem esse trabalho, mas Luciano Borges alerta: "É preciso muito cuidado com os ordenhadores mecânicos, pois alguns modelos podem causar problemas, como fissuras nos seios". A técnica pode ser aplicada antes da amamentação para deixar as mamas mais flexíveis e ao longo do dia, quando a mãe sentir que os seios cheios estão provocando dor.

18. Quando o leite acaba, a produção está encerrada de vez?
Primeiro, é preciso derrubar um mito: o leite não acaba. O que acontece muitas vezes, segundo Luciano Borges, é que a falta de estímulo para a amamentação bloqueia a produção do líquido. "Um trauma psicológico que afete a mulher ou simplesmente a ausência de sucção do bebê, devido à introdução de mamadeira, por exemplo, são algumas das causas mais comuns", diz. Mas isso pode ser revertido.

Para que as mamas voltem à ativa, nada melhor que o estímulo do próprio bebê. "As mães só não podem confundir leite secando com uma diminuição da produção, que é normal e significa apenas que mãe e bebê estão entrando em equilíbrio, ou seja, ela produz apenas a quantidade de que ele necessita", explica o pediatra. Se a mãe continuar insegura ou o problema não for normalizado em curto espaço de tempo, é bom consultar o médico.

19. Posso dar água ao bebê que está no aleitamento materno exclusivo?
Não. O leite materno já contém água suficiente em sua composição para hidratar o pequeno. "Esse é o alimento mais completo que existe. Não é preciso oferecer mais nada à criança durante os seus seis primeiros meses de vida", explica Ary Lopes.

20. Meu filho sempre engasga. É normal?
"Isso pode ser sinal de que o bebê não está mamando corretamente", aponta Luciano Borges. "Ou que o leite esteja saindo com muita força." Nesse caso, o jeito é tirar a criança do peito, limpá-la e voltar quando a respiração do pequeno estiver normal. "Não há motivo para se preocupar", diz Borges. Para saber se a causa do engasgo é a mamada incorreta, cheque alguns pontos.



A criança deve ficar bem de frente para as mamas, com a cabeça e o tronco alinhados, as nádegas apoiadas, o queixo tocando o seio, a boca bem aberta e o lábio inferior voltado para fora. "Certifique-se de que a auréola do seio está mais visível acima da boca do bebê do que abaixo. Olhe também para as bochechas do pequeno - que devem estar arredondadas - e preste atenção se há algum barulho além do da deglutição", aconselha Lívia Teixeira.

terça-feira, 14 de janeiro de 2014

Ultrassom da Sofia



Minha pequena princesa esta crescendo e ficando mais linda e iluminada por Deus, conseguir ver o rostinho dela é um sentimento inexplicável, amor de mãe não tem explicação, é tudo simplesmente puro, verdadeiro e principalmente único, melhor sentimento que há na face da terra é o amor que a mãe sente pelo seu filho. Eu não tenho palavras para dizer o quanto eu já amo minha princesa, o quanto vou fazer tudo por ela e o quanto vou batalhar para ver o sorriso estampado em seu rostinho.


Sofia, mamãe e papai te amam muito e não vemos a hora da sua chegada estamos muito mais muito felizes com sua presença em nossas vidas, te amamos mais que tudo! 


E nossa pequena está com 35 semanas, amanhã fará 36... Está com 3,030 kg. Agora vejam a ultrassom da nossa Sofia!!  




Linda, gorda e bochechuda *------------* Minha dotosa, coisinha fofa da mamãe!




Já estamos na reta final!

Minha Princesinha...

Amanhã a Sofia fará 36 semanas *-*

Um amor que só nós mulheres depois de muita lutas e dor temos o direito de sentir, de presenciar, de ouvir que você é a pessoa mais importante na vida dela, de saber que sem você ela não vive, de receber o total amor e carinho de seu filho(a). Estou muito feliz de ser mãe apesar que no começo foi difícil, mais nada impediu de eu querer ter essa criança para alegrar meu dia - a - dia, que já me da muito amor e muita felicidade!

FILHA MAMÃE TE AMA E NÃO VEJO A HORA DE TÊ-LA EM MEUS BRAÇOS...

Agora vamos para ultrassom... rsrsrsrs  
Beijos novas mamães, depois publico o vídeo da ultrassom da Sofia.

sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

Cantinho da Sofia...

Quartinho da nossa princesa esta quase pronto, esta lindo... Só aguardando a chegada dela *-* 


Te amamos princesa!!

Chá de baby *--*

Amei o chá de bebê da Sofia, apesar das correrias, no final ocorreu tudo bem... 

Mamãe e Papai ama muito!












quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

Terceiro Trimestre de Gestação...

Ansiedade é a palavra que marca os últimos meses da gravidez. Você também deve se sentir um pouco desconfortável: a barriga está mais pesada – e, por causa dela, as costas doem –, os pés incham você acorda toda hora durante a madrugada para ir ao banheiro – e por isso dorme menos (quem sabe não é a natureza preparando o terreno para quando o bebê chegar?) –, a respiração fica ofegante e você pode ter cãibras. A vantagem é que nesta fase as grávidas conseguem se deliciar com os movimentos do bebê na barriga. Dá para sentir – e até ver – quando ele se mexe dentro de você. A partir de agora, suas consultas com o obstetra ocorrerão em intervalos menores: primeiro a cada quinze dias; depois, semanalmente, quando chegar mais perto do parto. Aproveite as consultas médicas para tirar todas as dúvidas (e elas são muitas!) da frente. É importante que o enxoval – e a mala da maternidade, com as roupinhas já lavadas – estejam pronto no sétimo mês para qualquer eventualidade. Você deve comprar as roupas que vai usar na maternidade e os sutiãs de amamentação. É importante ter duas opções de maternidade, caso haja algum imprevisto (a maternidade estar lotada, por exemplo) no dia do parto. Cheque quais são os seus direitos com o plano de saúde. Também vale diminuir o ritmo de trabalho no final do oitavo mês e, se for o caso, parar de trabalhar um pouco antes do previsto, caso você esteja se sentindo muito cansada e desconfortável. Converse sobre isso com o seu médico. Nesta fase, algumas grávidas reclamam de azia e queimação no estômago, conseqüência da ação dos hormônios da gravidez, como a progesterona e o HCG que tornam a digestão mais lenta.

É importante saber...

A maior preocupação neste período costuma ser o dia do parto. Como vai ser? Como saber se chegou a hora? A anestesia dói? Vou sofrer muito? Meu bebê vai nascer perfeito? Ele corre riscos? Todas essas dúvidas – e muitas outras – povoam a mente das grávidas nos últimos meses da gestação. Converse muito com o seu médico. Como regra geral, o parto normal é o mais indicado nas gestações que transcorrem sem complicações. Agendar uma cesariana, embora tenha se tornado uma prática comum no Brasil porque facilita a vida do médico e de mães mais inseguras, pode ser ruim para o bebê. Isso porque o cálculo da data do parto é feito com base na data da última menstruação e, por isso, não é preciso. Na cesárea com hora marcada sem indicação médica, o bebê pode nascer antes da hora e ter, por exemplo, pulmões imaturos ou baixo peso ao nascer. Cesarianas são indicadas em casos de sofrimento fetal ou placenta prévia e, em alguns casos, de gravidez múltipla. Esse é o momento ideal para se informar direitinho sobre a hora do parto. Normalmente, os primeiros sinais de que o trabalho de parto está começando são as contrações, que as grávidas entendem como cólicas, quando a barriga fica dura. É normal que você fique confusa. No falso trabalho de parto, as contrações são irregulares, ou seja, ocorrem em intervalos variados e as dores diminuem rapidamente. Quando você realmente está em trabalho de parto, as contrações ocorrem em intervalos regulares e cada vez menores, assim como a intensidade aumenta. A dica é prestar muita atenção nos sinais que o seu corpo dá e monitorar as contrações. Outro indício de que o trabalho de parto começou é o rompimento da bolsa que envolve o bebê no útero, ou um sangramento. Não é preciso entrar em pânico se a bolsa se romper (você terá um corrimento incolor e constante), mas você deve avisar o médico, e ele provavelmente lhe dirá para ir à maternidade. Você tem algumas horas antes de o bebê nascer, acredite. Mas não custa nada deixar tudo pronto para evitar estresses de última hora, certo?


O que acontece com o seu bebê.
Ao nascer, os bebês têm, em média, 50 centímetros de altura e pesam três quilos. Algumas semanas antes do parto, o bebê se prepara para nascer, fazendo uma espécie de cambalhota no útero: ele vira de cabeça para baixo. Quando nasce, o bebê tem mais de 70 reflexos diferentes. Na 40ª semana de gravidez, seus órgãos estão completamente formados, e ele está prontinho para nascer, embora isso possa ocorrer duas semanas antes ou duas depois sem problema nenhum.


Fonte: http://www.hipoglos.com.br

Segundo Trimestre De Gestação...

Esta é, sem dúvida, a melhor fase da gravidez. Os enjôos passaram você tem mais disposição, seu corpo está mais acostumado às alterações hormonais e, principalmente, você já parece grávida e consegue exibir sua barriguinha por aí. Tome cuidado para não exagerar no apetite. Embora neste período você deva engordar bem mais que no primeiro trimestre, até porque o bebê também cresce bastante, fique de olho nos excessos. A dica é a mesma de sempre: fazer refeições saudáveis e equilibradas, não exagerar nos doces, frituras e gorduras. Nesta fase, se tudo estiver correndo bem com a sua gravidez, é provável que o ginecologista e obstetra permita que você faça exercícios: hidroginástica, ioga, caminhada. Converse com ele sobre o assunto ou sobre alternativas que sejam mais do seu interesse. A massagem drenagem linfática ajuda a evitar inchaços no final da gravidez. Discuta com o seu médico essa possibilidade. Se você tiver prisão de ventre, é devido aos órgãos da mãe ficar comprimidos com o aumento do útero. Insônia também é um problema que afeta algumas grávidas nesta fase. Você também pode sentir sua barriga ficar dura. São contrações e é normal que elas ocorram. Você só deve se preocupar se ficarem muito doloridas, freqüentes e vierem acompanhadas de sangramento.

É Importante saber...

Sangramentos, aliás, devem ser sempre relatados ao médico. Agora, você já pode dar a notícia de sua gravidez no trabalho, caso ainda não tenha contado. Este trimestre é o melhor período também para começar a fazer o enxoval e para pensar na nova organização da casa. Você vai transformar o escritório no quarto do bebê? Precisa fazer alguma pequena reforma? Você também vai precisar de roupas de grávida. A dica é comprar algumas (poucas) peças básicas que possam ser combinadas. Invista em acessórios que fazem a diferença e abandone os saltos altos e finos. É hora também de organizar uma lista com tudo o que vai precisar para o bebê. Assim você pode começar a pesquisar os preços, as lojas e ter uma idéia mais precisa de custo. Hospitais e maternidades oferecem cursos para gestante que ensinam os cuidados básicos de um bebê (como dar banho, trocar a fralda, cuidar do umbigo) a pais e mães de primeira viagem. A melhor época para fazer um desses cursos é lá pelo sexto mês de gestação. Informe-se a respeito com o seu ginecologista e com a maternidade na qual pretende fazer o parto. Entre a 16ª e a 20ª semana de gravidez, você deve fazer a ultra-sonografia morfológica, que vai checar o desenvolvimento do seu filho de forma detalhada (é verificado a anatomia do feto, inclusive o desenvolvimento do cérebro e do crânio, o coração, a cavidade peitoral, o diafragma, o estômago, a cavidade abdominal, a bexiga, os braços, as pernas e a coluna vertebral). Outra informação importantíssima que esse exame pode trazer (embora nem sempre seja possível ver) é o sexo do seu filho. A partir de agora, as discussões sobre o nome do bebê ficam mais freqüentes e a sua relação com a gravidez também. Você pode começar a organizar o chá-de-bebê, que deve acontecer entre o sexto e o sétimo mês de gravidez. Se você já ganhou muitos presentes, verifique o que falta antes de fazer os convites e chamar as amigas, para evitar trocas desnecessárias depois. Está na hora de escolher a decoração do quarto do bebê: o berço, a cômoda, a cortina, os protetores de berço, o trocador. E também de começar a pensar na organização da casa depois que seu filho nascer, principalmente no primeiro mês. O básico é saber se você vai ter ajuda de alguém (sua mãe, uma empregada) ou se vai fazer  tudo sozinha. Nesse caso, talvez seja melhor preparar alimentos e deixar congelados, por exemplo. Quanto mais organizada sua casa estiver, menos você vai se preocupar com ela quando seu filho nascer.


O que acontece com o seu bebê. No final do sexto mês de gravidez, o feto tem cerca de 30 centímetros e pesa por volta de 800 gramas. É importante que você converse com o seu bebê, pois ele já é capaz de ouvir a sua voz. Ele gosta de chupar o dedo, já pode segurar o pé e fechar a mão. As pálpebras começam a se abrir e o seu bebê já está ficando mais gordinho.

Fonte: http://www.hipoglos.com.br

Primeiro Trimestre De Gestação...

O resultado do exame deu positivo? Então, prepare-se! Ficar grávida é passar por grandes revoluções: no organismo, nos hábitos, na vida em geral. A barriga ainda não está aparente (o que realmente cresce nesta fase são os seios), mas os três primeiros meses de uma gestação são fundamentais para o desenvolvimento do bebê e o sucesso da gravidez. É preciso prestar atenção, porque esta também é a fase mais crítica para abortos e malformações fetais. O primeiro cuidado, assim que a menstruação atrasar e a gravidez forem confirmados por exames de urina ou sangue, é fazer uma visita ao ginecologista e obstetra para começar o pré-natal. Pré-natal é o acompanhamento médico da gravidez para chegar bem preparada no dia do parto, com consultas mensais até o sétimo mês (depois, elas ocorrerão em intervalo de tempo menores). O profissional vai recomendar uma série de exames e indicar a suplementação com ácido fólico, uma vitamina que previne malformações. Nesse check-up inicial, o obstetra deve pedir exames de sangue, urina e fezes, para saber o tipo sanguíneo e descobrir se a mãe já teve doenças que são perigosas para a saúde do bebê durante a gravidez, como rubéola, hepatite B, toxoplasmose e sífilis, por exemplo, além de detectar possíveis infecções. O médico pode requisitar também a primeira ultra-sonografia (normalmente são feitas quatro ao longo da gestação) para checar o desenvolvimento do embrião, a sua localização (se está no útero e não nas trompas) e confirmar a data provável do parto. O tempo de gestação é calculado com base no primeiro dia da última menstruação. A partir dali, contam-se 280 dias ou 40 semanas (nove meses completo preste atenção!). O ultra-som serve para evitar possíveis imprecisões, porque compara a data da última menstruação ao desenvolvimento do feto. Muitas mulheres sentem-se “esquisitas” nesta fase da gravidez, principalmente cansadas, sonolentas e enjoadas. Há também um aumento da vontade de fazer xixi. Acredita-se que o enjôo esteja diretamente ligado à ação do hormônio HCG, ou gonadotrofina coriônica humana, um dos hormônios da gravidez, que é liberado pelo organismo da mulher logo depois da fecundação. O enjôo é o desconforto mais comum na gravidez, mas a boa notícia é que costuma desaparecer completamente ou diminuir muito no final do primeiro trimestre. Ele é inofensivo para o bebê e, por isso, você não deve se preocupar demais com esse problema. Uma maneira de driblá-lo é fazer várias pequenas refeições durante o dia para não ficar de estômago vazio. Se você já acorda enjoada, a dica é comer uma bolacha salgada antes de sair da cama – e trocar a marca do creme dental, caso provoque enjôo. Isso vai passar, acredite!

Importante: não tome nenhum remédio (nem aquele que costuma usar para dor de cabeça ou gripe) sem a autorização do seu médico. Como regra geral, as grávidas devem evitar medicamentos.


É importante saber...


Nesta fase, o útero dobra de tamanho e os batimentos cardíacos também aceleram bastante. Além das mudanças físicas, o primeiro trimestre é marcado pelas mudanças emocionais. É a época em que você recebe a notícia que, você sabe, vai transformar completamente a sua vida. Por isso, este é o momento de começar a se acostumar com tantas mudanças. Você pode ficar com a sensibilidade à flor da pele, provocada pelas enormes alterações hormonais e também pelos sentimentos ambivalentes dessa sua nova condição. Você não deve se preocupar com o enxoval do bebê ainda, deixe isso para depois, mas já pode dar a notícia à família, se quiser. Use esses primeiros meses para se cuidar: descansar sempre que puder fazer uma alimentação saudável e equilibrada, abandonar hábitos ruins, como o cigarro ou aquela cervejinha semanal. Contar aos amigos e aos colegas de trabalho é algo que se deve fazer apenas depois do primeiro trimestre, quando o risco de aborto cai bastante. Na décima segunda semana de gravidez, o seu médico pode pedir o exame de translucência nucal: na ultra-sonografia, o especialista mede o tamanho da nuca do feto para detectar a síndrome de Down. Não se preocupe muito com o peso, algumas mulheres até emagrecem nesta fase por conta dos enjôos. E converse com o seu médico sobre a possibilidade de fazer exercícios nesta fase, pode ser que ele suspenda as atividades físicas no primeiro trimestre. O principal recado é falar bastante com o profissional, contar sobre os seus sentimentos e aflições, descrever os desconfortos que pode sentir. E, assim, aproveitar este momento tão especial sem encucações inúteis.


O que acontece com o seu bebê. Tudo ocorre de maneira muito rápida. No final do terceiro mês, o feto mede cerca de 7 centímetros e pesa em torno de 15 gramas. Ele já está completamente formado (com os dedos das mãos e dos pés, órgãos genitais internos, olhos, sistemas circulatório e urinário funcionando a pleno vapor). Daqui para frente, os órgãos internos e externos continuarão a se desenvolver até amadurecer o suficiente para que o bebê sobreviva fora da barriga da mãe. Ele também já consegue tocar o rosto com a mão, mexer as pernas e até bocejar.    

quinta-feira, 28 de novembro de 2013